quarta-feira, agosto 27, 2008
Vila Itoupava





A Vila Itoupava é aquele lugar onde, a cada vez que eu visito, sonho em morar. Isso até lembrar que o trajeto de lá até o centro de Blumenau durante a semana é infernal, em virtude do trânsito (sempre ele). Mas bem, vale a pena conhecer o local, seja pelo estilo mini-cidade européia, seja pelo belo e abundante verde da Mata Atlântica ou até mesmo pelo ótimo restaurante chamado Abenbrothaus (acho que é assim que se escreve), que exige reserva antecipada de pelo menos um dia e é meio caro - R$35,00, com direito a morte por quantidade de comida, caso você queira.
As fotos são de lá. Apesar da resistência, fui obrigado a tirar uma foto de uma casa enxaimel, mais pela fumacinha charmosa que saía da chaminé.
quinta-feira, junho 19, 2008
Chama o Al Gore

Num mundo de extremos, a temperatura não fica pra trás. Essa semana fez dias de frio recorde, não só aqui em Santa Catarina. A foto mostra o termômetro do carro marcando -3Cº em Vacaria, RS. No mesmo dia - 17/06/2008, em Blumenau, meu aparelho de casa registrou a marca inédita de 4,5Cº. Em lugares descampados, a temperatura chegou a 3,5Cº com formação de geada. E, seguindo o fluxo natural da vida, depois de um inverno de temperaturas muito baixas, provavelmente teremos um próximo verão escaldante – e inconveniente.
domingo, junho 15, 2008
Compre pra você, dê de presente, mas...

O livro “1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer” é uma baita aquisição, apesar de eu ter ganho de aniversário. Mini bíblia da música pop, neste livro – além de encontrar títulos incríveis, partindo dos anos 50 – você conhece histórias contagiantes das bandas e seus artistas.
Aos fãs de pagode, sertanejo e afins, aviso: nenhum disco que vocês gostam está na lista. Mas o livro contempla gêneros como o jazz, o funk (não o carioca!!!), o blues e até a música indiana, além do bom e velho rock. Destaque negativo para a parte final da obra, que “esquece” de grandes trabalhos e lista porcarias do nível da Miriah Carey.
Aos fãs de pagode, sertanejo e afins, aviso: nenhum disco que vocês gostam está na lista. Mas o livro contempla gêneros como o jazz, o funk (não o carioca!!!), o blues e até a música indiana, além do bom e velho rock. Destaque negativo para a parte final da obra, que “esquece” de grandes trabalhos e lista porcarias do nível da Miriah Carey.
terça-feira, junho 10, 2008
Ouça, leia, veja
Ouça Superguidis, banda gaúcha que despontou no cenário underground há pelo menos 2 anos e que se fosse em outro país já estaria fazendo o que a maioria das pessoas define por sucesso. Leia a entrevista do Marcelo Tas na revista Trip e reveja alguns conceitos da sua vida. Veja Tsotsi (Infância Roubada) e lembre que, apesar de ser considerado o Cidade de Deus sul africano e ter ganho o Oscar de filme estrangeiro, a obra de Fernando Meirelles é bem melhor.
sábado, maio 31, 2008
quarta-feira, maio 28, 2008
Post de merda
Sei que tem muito interesse pesado por trás, mas sempre que vejo o estado em que se encontra o litoral de Santa Catarina – minado de prédios colados no mar, não tem como não pensar nos engenheiros que assinam os projetos das monstruosidades que se encontram na orla de grande parte das praias do Estado. Prédios gigantescos transformam a paisagem, tirando até o sol de quem está na areia. Isso sem falar na poluição. É aquela história: quem não quer uma casinha ou um apezinho pertinho do mar? Só que, depois da compra feita, a pessoa não pode aproveitar a praia em frente à linda sacada, porque a água está cheia de merda. Uma ironia ridícula!
A coisa está tão feia que em Itapema minúsculos pedaços de restinga sobrevivem a base de punição (foto 1). E isso em um trecho que não compreende nem 5% da praia. E a ignorância é tanta que o prédio da foto 2 (compare a altura das árvores em frente ao prédio e em frente ao terreno do lado) deu uma aparada na vegetação, baixando-a para que a vista não fique prejudicada. Pelo visto, não é só a água que está cheia de merda.
Foto

Foto 2
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terça-feira, maio 20, 2008
sexta-feira, maio 09, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
Luz do além
domingo, abril 13, 2008
sábado, abril 12, 2008
sábado, abril 05, 2008
The Hard Faces
Por que todo cara que tem aqueles sons monstruosos - que fazem tremer tudo à volta - tem mau gosto musical?
Deve ser porque somente um idiota pra pagar uma grana alta num som desses? Tem algumas vezes que, pela altura do volume, dá pra calcular que a aparelhagem do carro vale bem mais do que o próprio carro. Ta certo que o carro é um Voyage 89. Mas mesmo assim! Ou seja, puta mau gosto ter um player mais valioso do que o próprio carro.
Ou porque ele não gasta grana pra ouvir som propriamente dito. Na real ele nem sabe direito o que está tocando. Aqueles decibéis a mais servem como auto-afirmação. Todo mundo ouve e conseqüentemente me olha. Chamar a atenção desta forma é de muito mau gosto – além de ser covardia.
Também pode ser porque, com um som tão alto assim, a qualidade definitivamente fica em segundo plano. Quer dizer, música ruim não precisa de áudio de qualidade.
Escrevo tudo isso porque estou aqui em meu quarto, ouvindo um The Faces. Um disco incrível que Rod Stewart, Roon Wood e cia. compuseram chamado A Nod is as Good as a Wink... To a Blind Horse, de 1971. E enquanto isso, em uma loja de sons automotivos ao lado, rola um teste que espalha uma exagerada parede sonora e traz consigo uma música muito ruim.
Santa ignorância!
Deve ser porque somente um idiota pra pagar uma grana alta num som desses? Tem algumas vezes que, pela altura do volume, dá pra calcular que a aparelhagem do carro vale bem mais do que o próprio carro. Ta certo que o carro é um Voyage 89. Mas mesmo assim! Ou seja, puta mau gosto ter um player mais valioso do que o próprio carro.
Ou porque ele não gasta grana pra ouvir som propriamente dito. Na real ele nem sabe direito o que está tocando. Aqueles decibéis a mais servem como auto-afirmação. Todo mundo ouve e conseqüentemente me olha. Chamar a atenção desta forma é de muito mau gosto – além de ser covardia.
Também pode ser porque, com um som tão alto assim, a qualidade definitivamente fica em segundo plano. Quer dizer, música ruim não precisa de áudio de qualidade.
Escrevo tudo isso porque estou aqui em meu quarto, ouvindo um The Faces. Um disco incrível que Rod Stewart, Roon Wood e cia. compuseram chamado A Nod is as Good as a Wink... To a Blind Horse, de 1971. E enquanto isso, em uma loja de sons automotivos ao lado, rola um teste que espalha uma exagerada parede sonora e traz consigo uma música muito ruim.
Santa ignorância!
domingo, março 16, 2008
domingo, março 09, 2008
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
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