Até me considero um fã de Iñárritu, apesar de sua breve carreira cinematográfica. Mas realmente estava cabreiro com seu novo filme, Babel. Por isso fui preparado.
O que aconteceu foi que realmente o filme não me surpreendeu. Mais do mesmo. Em outra arte, a música, isso geralmente é um problema. Cobra-se evolução, novos caminhos. No cinema não vejo tanto isso. Mas em Babel notei que a crítica torceu o nariz para as mesmas saídas de narrativa não linear, histórias que interferem uma na outra e alto grau de sofrimento pelos quais passam seus personagens.
Realmente cansou. Mas mesmo assim, o filme tem os seus fortes, sendo muito bem fotografado e com histórias interessantes (uma se passa no Marrocos, outra na fronteira EUA/México e a outra no Japão), principalmente a da menina muda que vive em Tóquio.
Quer dizer, vale a pena. Mas também não vá achando que vai sair embasbacado da sala.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
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